O despertar no hotel Royal Tulip permite uma visão desafogada em direcção à Barra do Rio de Janeiro. As núvens que cobrem o topo das montanhas dão toda uma dimensão misteriosa e imponente a esta cidade.
Ao sair do Hotel, mesmo em frente fica um edifício tremendo que está abandonado. Parece uma torre de cristal. O Rio de Janeiro parece rico neste género de recantos meio misteriosos que não se explicam. Há quem diga que uma empresa já comprou a torre para a reaproveitar. Não deixa por ora de ser um edifício fantasma, que esconde memórias de um passado possivelmente melhor.
Deixando a área da Rocinha para trás, a ida ao centro tem as suas recompensas. Santa Teresa é um bairro que fica numa das encostas do Rio, cuja a vista é agradável, com reminiscências a um bosque encantado, com as casas semi-escondidas.
Em Santa Teresa, existe uma rua bem interessante que se chama Rua Aprazível e algures na sua subida podemos encontrar um lugar muito agradável para almoçar ou jantar de nome Restaurante Aprazível. Com uma vista estupenda para a cidade e com uma gastronomia cuidada, um pode esquecer-se dos males do mundo e abandonar-se às belezas naturais que a vida oferece.
Vale bem a pena conhecer este canto do mundo.
Concluído o almoço, um passeio por Copacabana é bem agradável. Há primeira vista senti que estava na Figueira da Foz, apenas com menos extensão de areia. Embora com menos areia, os brasileiros conseguem dedicar-se a fazer obrads de are bem únicas, como são as suas esculturas fantásticas. O rigor e o detalhe não deixam qualquer pessoa indiferente.
Ao seguir pelo passeio da costa de Copacabana, podemos ignorar um pouco os prédios que estão sempre colados à praia, até que encontramos o Copacabana Palace. Esse lugar emblemático, onde grandes vedetas e figuras iconicas do século XX pernoitaram. É um edifício extraordinário, que deixa ao passeante incauto, um sentimento de curiosidade em relação ao luxo que deverá existir no seu interior.
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