Chegar a Casa em Buenos Aires
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Paredes
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Costanera Sur
Na parte sul desta costa existe um parque e uma reserva ecológica.
A partir do parque da Costanera sur consegue-se ter uma visão dos edifícios mais modernos de Buenos Aires.
| Arquitectura Costanera Sur |
No parque há uma escultura dedicada ao nascimento de Venús, que se chama Fuente Monumental Las Nereidas. A Fonte tem um conjunto de personagens mitológicos com detalhes inacreditáveis. A perspectiva abaixo é apenas o topo da escultura, a qual é na verdade uma fonte.
| Fuente Monumental Las Nereidas |
Ao caminhar-se pela Costanera em direcção ao Norte, encontra-se uma pergola, com vista privilegiada para a reserva ecológica. É um espaço perfeito para contemplar o infinito ao som dos pensamentos de cada um.
| Pergola |
| Clássico e Moderno |
O Faena Art Center é um dos muitos pontos culturais que a cidade tem para oferecer. O aspecto colorido, convida a entrar, mesmo não havendo exposições activas.
| Faena Art Center |
Ao pé do centro de artes é possível ver-se uma obra magnífica - um mural numa das paredes exteriores de um dos prédios modernos. A sensação que a zona dá é a de um Parque da Nações com uma gestão de espaço mais ampla e um equilíbrio artístico e urbano muito interessante.
| Mural |
| Alto |
A saída da Costanera pode ser feita de várias maneiras, uma delas é pela Ponte da Mulher.
É uma área que convida a voltar.
| Ponte da Mulher |
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Um olhar sobre a Baixa
Em Buenos Aires existe uma grande variedade arquitectónica. Por outro lado, tudo é tendencialmente grande.
No centro da cidade, ao pé do Parque de San Martin, está o Palácio Paz, cuja porta da entrada é um prelúdio assombroso sobre o que esconde no seu interior.
| Palácio Paz |
Deixando o Palácio Paz para trás, o Parque San Martin tem algumas pérolas artísticas que não se podem ignorar, como é disso exemplo a estátua "La doute"de Charles Henri Joseph Cordier. Gosto particularmente do detalhe das expressões que não deixam dúvida para o papel de cada uma das personagens.
| A dúvida |
O parque de San Martin tem um terraço lindo cuja vista dá para a estação do Retiro, de onde partem os comboios. As linhas ferroviárias foram desenvolvidas por uma empresa inglesa contratada. Não é de estranhar que entre a estação do Retiro e o parque de San Martin esteja uma torre monumental designada como a Torre dos Ingleses.
| Parque San Martin e a Torre Inglesa |
Na direcção oposta fica a baixa da cidade. Um dos marcos desta área é o edifício Kavangh, de uma dimensão magnifíca, com um estilo arquitectónico distinto na altura da sua inauguração em 1936.
| Edifício Kavangh |
A presença deste edifício esconde uma das igrejas mais famosas da cidade, a Igreja do Santíssimo Sacramento, cujo o estilo contrasta em absoluto com as linhas frias dos prédios que a circundam.
| Igreja do Santíssimo Sacramento |
Ao caminhar pela Rua Florida, deixando a Igreja para trás, é possível encontrarem-se uma miríade de lojas. No cruzamento com a Rua Córdoba estão as Galerias Pacífico, situadas dentro de um edifício clássico todo remodelado no seu interior, com linhas impecáveis que cruzam arte com um aspecto moderno impecável.
| Galerias Pacífico |
Um dos exemplos artísticos das Galerias Pacífico são os Murais que separam o piso térreo das galerias inferiores. Trata-se de uma catederal de consumo não apenas comercial mas também artística. Esta Galeria também aloja o Centro Cultural Borges, com exposições abertas ao público.
| Mural nas galerias Pacífico |
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Três toques de La Boca
La Boca é um bairro muito colorido de Buenos Aires.
Algumas das casas não têm mais do que três andares. No entanto, as varandas estão habitadas por figuras humanas que representam a história política e cultural do país.
| Uma varanda em La Boca |
Embora, não seja um exemplo típico da arquitectura de La Boca, achei fabuloso o desenho triangular das varandas deste prédio que marcam o fim do quarteirão. Típico de La Boca são os murais pintados nas fachadas dos prédios.
| Arquitectura colorida e pontiaguda |
Numa das ruas, existem várias obras artísticas expostas que fazem parte do conceito urbano.
Uma dessas obras é um busto. A personagem não me pareceu relevante, ao contrário da qualidade criativa da escultura que me pareceu excepcional para estar em permanente exposição numa rua.
| Um Busto |
domingo, 29 de janeiro de 2012
Uma ida a San Telmo
Ao sair da casa onde fiquei, na Avenida San Juan, e olhando para cima, dá para perceber que a experiência Argentina, começa logo a ser especial.
| San Juan |
Do outro lado da avenida é possível ter uma visão mais ampla da arquitectura do prédio.
| San Juan Frente |
Ao pé da casa, há um restaurante chinês que se deve ter influenciado pela cozinha Argentina, e oferece aos seus clientes belos repastos vegetarianos.
| Alimentação vegetariana made in China |
Plenamente alimentado, segui de San Juan para San Telmo, onde todos os Domingos uma feira de antiguidades domina a zona. Aqui pode ver-se o mapa da "República de São Telmo".
| Mapa da República de San Telmo |
No mercado de San Telmo, qualquer um pode saciar a vista de cores, com as frutas deliciosas que se amontam nas bancas.
| Banca de Frutas em San Telmo |
Uma das características tipográficas, que mais me encantou, é a que se utiliza para demarcar a numeração de cada prédio.
| Numeração típica de Buenos Aires |
Ao caminhar pelas ruas de Buenos Aires há imensas coisas para ver, no entanto, para ilustrar este facto, escolhi esta foto de um gato e um cão perfeitamente alinhados e bem comportados, para o presente turista lhes tirar o seu retrato.
| Gato e Cão em pose |
Há noite, o prédio mantém a sua imponência e oferece um santuário perfeito após um dia de caminhada. A rua mantém o seu movimento, mas o descanso é garantido
| San Juan à noite |
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Antes do Rio de la Plata, um pouco mais do Rio de Janeiro
O despertar no hotel Royal Tulip permite uma visão desafogada em direcção à Barra do Rio de Janeiro. As núvens que cobrem o topo das montanhas dão toda uma dimensão misteriosa e imponente a esta cidade.
Ao sair do Hotel, mesmo em frente fica um edifício tremendo que está abandonado. Parece uma torre de cristal. O Rio de Janeiro parece rico neste género de recantos meio misteriosos que não se explicam. Há quem diga que uma empresa já comprou a torre para a reaproveitar. Não deixa por ora de ser um edifício fantasma, que esconde memórias de um passado possivelmente melhor.
Deixando a área da Rocinha para trás, a ida ao centro tem as suas recompensas. Santa Teresa é um bairro que fica numa das encostas do Rio, cuja a vista é agradável, com reminiscências a um bosque encantado, com as casas semi-escondidas.
Em Santa Teresa, existe uma rua bem interessante que se chama Rua Aprazível e algures na sua subida podemos encontrar um lugar muito agradável para almoçar ou jantar de nome Restaurante Aprazível. Com uma vista estupenda para a cidade e com uma gastronomia cuidada, um pode esquecer-se dos males do mundo e abandonar-se às belezas naturais que a vida oferece.
Vale bem a pena conhecer este canto do mundo.
Concluído o almoço, um passeio por Copacabana é bem agradável. Há primeira vista senti que estava na Figueira da Foz, apenas com menos extensão de areia. Embora com menos areia, os brasileiros conseguem dedicar-se a fazer obrads de are bem únicas, como são as suas esculturas fantásticas. O rigor e o detalhe não deixam qualquer pessoa indiferente.
Ao seguir pelo passeio da costa de Copacabana, podemos ignorar um pouco os prédios que estão sempre colados à praia, até que encontramos o Copacabana Palace. Esse lugar emblemático, onde grandes vedetas e figuras iconicas do século XX pernoitaram. É um edifício extraordinário, que deixa ao passeante incauto, um sentimento de curiosidade em relação ao luxo que deverá existir no seu interior.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Dia um - Rio
Uma dominante no Rio deveria ser a insegurança dado o número de favelas. Confesso que Salvador em 2006 pareceu-me mais ameaçador do que o Rio, apesar de ter uma traça arquitectónica semelhante à parte de velha de Lisboa. Mesmo assim o Rio é uma cidade bastante agradável para se estar. Os preços são incrivelmente altos. Tudo é cerca de 30 a 50% mais caro do que em Lisboa.
Uma das formas mais comuns de deslocação é feita com recurso a carrinhas do género Ford Transit convertidas para levar passageiros. O custo de uma viagem é de 2,50 reais, aproximadamente 1,15 euros. As carrinhas não levam apenas pessoas sentadas, como se pode ver pela imagem. As normas de segurança rodoviária aqui são dispensadas em nome do lucro das peruas.
Nota: Perua é também uma senhora produzida para sair!
Nas praias de todo o mundo devem haver vendedores. No Rio de Janeiro existem vendedores de comida de roupa, de jóias, de bebidas. A quantidade de artigos que cada vendedor leva, caminhando na areia escaldante, é impressionante. Não pude deixar passar o senhor que levava dois barris de 10 litros, para saciar a sede dos veraneantes do Rio. Quem será que lhe saceia a sede a ele?
Uma das bebidas mais tradicionais é a água de coco. Literalmente, o coco é cortado e uma palhinha é colocada no coco. O líquido é pouco doce mas refrescante. A sensação de beber directamente do fruto, é natural. É uma experiência a não perder!
As ruas do Rio de Janeiro são mais bonitas as que não estão coladas à praia.
Podemos encontrar estátuas bem originais as quais é impossível não tirar uma foto.
O trânsito do Rio de Janeiro é bem louco.
Mas apesar das passadeiras serem meramente decorativos, os semáforos durante o dia têm um efeito autoritário sobre os veículos. Há noite já é mais opcional. Não consigo deixar de sorrir perante o motociclista de mão no queixo à espera que o sinal aconteça na sua vida!
O Rio de Janeiro tem o Corcovado como ex-líbris. Os funiculares para subir o Pão de Açúcar, outro monte de onde se pode ver o Rio, custam cerca de 25 euros. Eu achei que uma boa comida era mais agradável, do que uma viagem de alguns minutos.
Algures no bairro de Ipanema, existe um bar chamado a Bracarense que vende uns petiscos fabulosos. Uma das referências é a sanduíche de pernil, mas não menos bom é o pastel de milho, camarão e queijo, que dá vontade de comer à ganância.
Ao fim de um dia de praia e de passeios gastronómicos, o anoitecer é uma experiência agradável.
Apesar de o sol se pôr atrás da montanha. As cores do céu são inconfundíveis.
O dia valeu e a noite também!
Antes de chegar à Argentina, tive o prazer de fazer uma pequena pausa pela terra de Ipanena e Copacabana.
O Rio de Janeiro tem praias urbanas aprazíveis, quentes. Ao pé do Hotel Royal Tulip, onde fiquei instalado pude apreciar a Praia da Rocinha e até a própria favela, por onde não me aventurei.
As praias são agradáveis, mas a arquitectura circundante não é esteticamente bem conseguida. Faz-me lembrar o Algarve no seu excesso residencial.
A água é fria, mas a temperatura média é bem quente, e ao fim do terceiro mergulho já não é tão incomodativo o pormenor da temperatura da água.
| Praia da Rocinha |
O Hotel Royal Tulip já foi um Intercontinental, é bastante agradável. Nem sequer o facto de estar ao lado da Favela Rocinha parece ser um factor importante. Uma dominante no Rio deveria ser a insegurança dado o número de favelas. Confesso que Salvador em 2006 pareceu-me mais ameaçador do que o Rio, apesar de ter uma traça arquitectónica semelhante à parte de velha de Lisboa. Mesmo assim o Rio é uma cidade bastante agradável para se estar. Os preços são incrivelmente altos. Tudo é cerca de 30 a 50% mais caro do que em Lisboa.
| Hotel Royal Tulip |
Uma das formas mais comuns de deslocação é feita com recurso a carrinhas do género Ford Transit convertidas para levar passageiros. O custo de uma viagem é de 2,50 reais, aproximadamente 1,15 euros. As carrinhas não levam apenas pessoas sentadas, como se pode ver pela imagem. As normas de segurança rodoviária aqui são dispensadas em nome do lucro das peruas.
Nota: Perua é também uma senhora produzida para sair!
| Viajar numa perua! |
Nas praias de todo o mundo devem haver vendedores. No Rio de Janeiro existem vendedores de comida de roupa, de jóias, de bebidas. A quantidade de artigos que cada vendedor leva, caminhando na areia escaldante, é impressionante. Não pude deixar passar o senhor que levava dois barris de 10 litros, para saciar a sede dos veraneantes do Rio. Quem será que lhe saceia a sede a ele?
| Vendedor de bebidas na Praia de Ipanema |
Uma das bebidas mais tradicionais é a água de coco. Literalmente, o coco é cortado e uma palhinha é colocada no coco. O líquido é pouco doce mas refrescante. A sensação de beber directamente do fruto, é natural. É uma experiência a não perder!
| Água de coco |
As ruas do Rio de Janeiro são mais bonitas as que não estão coladas à praia.
Podemos encontrar estátuas bem originais as quais é impossível não tirar uma foto.
| Ruas e avenidas do Rio de Janeiro |
O trânsito do Rio de Janeiro é bem louco.
Mas apesar das passadeiras serem meramente decorativos, os semáforos durante o dia têm um efeito autoritário sobre os veículos. Há noite já é mais opcional. Não consigo deixar de sorrir perante o motociclista de mão no queixo à espera que o sinal aconteça na sua vida!
| À espera do sinal verde |
| Corcovado bem longe da vista |
Algures no bairro de Ipanema, existe um bar chamado a Bracarense que vende uns petiscos fabulosos. Uma das referências é a sanduíche de pernil, mas não menos bom é o pastel de milho, camarão e queijo, que dá vontade de comer à ganância.
| Pastel de milho, camarão e queijo |
Apesar de o sol se pôr atrás da montanha. As cores do céu são inconfundíveis.
O dia valeu e a noite também!
| Vista do Hotel ao anoitecer. |
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